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Caros amigos, voluntários, conselheiros e colaboradores da Fuliban

Neste momento de crise, é natural que nossos líderes políticos e empresariais sejam, tanto quanto nós, afetados pela pressão, ansiedade e nervosismo. Toda cautela e discernimento quanto a sua comunicação é, portanto, fundamental. A experiência de nossos mais sábios, que enfrentaram 1917, 1929, 1945 e tantas crises epidêmicas e econômicas nos transmite a mensagem certa em um momento tão incerto: ”Confiança, vai passar”. Após 7 dias de um relativo isolamento, surgiram ”profetas do apocalipse” e prognósticos dos mais simplistas aos mais terríveis, tanto em relação à saúde pública, quanto à potencial recessão econômica que a sucederá. Senhores: o tempo pode ser um amigo fiel, mas também um inimigo imperdoável. O distanciamento social que foi recomendado pela Organização Mundial de saúde, vem sendo adotado pelo mundo inteiro. É preciso entender que se trata de uma medida preparatória fundamental. Desde que devidamente coordenada pelas autoridades públicas e sociedade civil organizada, não representará a “ruína de nossos negócios e economia”. As medidas mais recentes e as notícias ao redor do mundo vem mostrando que estamos no caminho adequado ao contexto. Através desse relativo “isolamento”, tornamos o tempo mais favorável, achatando a curva de contágio da epidemia. Não se entra em combate, sem estratégia, suprimentos e armas. Apesar da metáfora, a guerra contra o vírus não se vencerá através jogos militares. Deve ser travada na esfera coletiva, mas sobretudo na esfera individual. Você, consigo mesmo, conscientizando-se e adotando as medidas de resguardo, profilaxia e imunização. As indústrias e o comércio hão de se valer desse momento para se adaptarem. Adequarem o ambiente de trabalho, produção e vendas, com profilaxia e EPIs, dentre outras medidas. Os governos municipais, estaduais e federal mobilizam-se para ampliar as UTIs, testes sorológicos, avançar a vacinação contra gripe e demais medidas que reduzam o risco de colapso do sistema de saúde. Por mais essa razão, precisamos ganhar tempo. Dito isso, conclamo-os a FICAREM EM CASA, cuidarem de si e dos seus, protegerem o nosso sistema de saúde e, finalmente, adotarem as medidas que lhes cumpram, preventivamente, para o retorno - que ocorrerá em breve, se Deus o permitir - ao trabalho. Sair de casa, por enquanto, apenas para o estritamente necessário, sempre seguindo as recomendações médicas e da OMS. Tenho certeza de que, se não negligenciarmos nessas medidas, a vitória nos estará reservada. “Vai passar!” Um abraço, Frederico Aburachid Presidente da Fundação Libanesa de Minas Gerais




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